Ícone do site Nutritotal PRO

Nanograma, micrograma e miligrama – Entenda a diferença

nanograma micrograma miligrama diferença unidades medida nutrição
nanograma micrograma miligrama diferença unidades medida nutrição

Fonte: Shutterstock

Nanograma, micrograma e miligrama são unidades de medida comumente utilizadas na nutrição. Vamos entender a diferença entre elas, bem como sua aplicabilidade no cotidiano do profissional nutricionista.

Qual a diferença?

  1. Miligrama (mg): corresponde à milésima parte do grama (ou seja, 1 grama dividido por mil). Elementos como cálcio, zinco, potássio, sódio e vitamina C são dados nesta unidade de medida.
  2. Micrograma (µg ou mcg): menor que o miligrama, 1 micrograma é correspondente à milionésima parte do grama (sendo assim, 1 grama dividido por um milhão). O selênio, o folato, a vitamina B12 e as vitaminas A, D e K são alguns dos micronutrientes medidos em microgramas.
  1. Nanograma (ng): também conhecido como milimicrograma, o nanograma é o menor entre todos estes, pois é equivalente à bilionésima parte do grama! Assim, corresponde a 1 grama dividido por um bilhão. Dentre outras utilidades, a medida de nanogramas é usada para exames toxicológicos e níveis de testosterona no sangue, por exemplo.

Como converter nanograma, micrograma e miligrama?

Agora que já sabemos a diferença entre essas unidades, vamos entender como se dá a conversão entre elas. A tabela abaixo demonstra os caminhos possíveis entre essas medidas, e o cálculo a ser executado para realizar cada conversão.

 

mg

→ µg

multiplique por 1.000

µg

→ ng

multiplique por 1.000

mg

→ ng

multiplique por 1.000.000

ng

→ µg

divida por 1.000

µg

→ mg

divida por 1.000

ng

→ mg

divida por 1.000.000

 

Em suma, deve-se multiplicar por mil quando as conversões ocorrem à direita (mg → ug → ng), e dividir por mil quando as conversões ocorrem à esquerda (mg ← ug ← ng).

Qual é a aplicabilidade destas medidas na nutrição?

O conhecimento de unidades de medidas por parte do profissional nutricionista é imprescindível para a sua atuação.

Dentre a aplicabilidade deste conhecimento, pode-se citar como exemplo: saber ler e interpretar recomendações nutricionais, bem como executar cálculos dietéticos; entender e comparar tabelas nutricionais; interpretação de exames laboratoriais; prescrição de suplementos; formulação de produtos alimentícios na área industrial; e atuação na área de pesquisa e ciência dos alimentos.

Assim, apesar deste saber ser básico, é muito importante para a prática profissional.

Sair da versão mobile