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Nanograma, micrograma e miligrama – Entenda a diferença

Postado em 9 de março de 2022 | Autor: Camila Garcia Marques

Todas essas medidas são unidades de massa. Porém, possuem diferenças cruciais. Vamos conhecê-las?

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Fonte: Shutterstock

Nanograma, micrograma e miligrama são unidades de medida comumente utilizadas na nutrição. Vamos entender a diferença entre elas, bem como sua aplicabilidade no cotidiano do profissional nutricionista.

Qual a diferença?

  1. Miligrama (mg): corresponde à milésima parte do grama (ou seja, 1 grama dividido por mil). Elementos como cálcio, zinco, potássio, sódio e vitamina C são dados nesta unidade de medida.
  2. Micrograma (µg ou mcg): menor que o miligrama, 1 micrograma é correspondente à milionésima parte do grama (sendo assim, 1 grama dividido por um milhão). O selênio, o folato, a vitamina B12 e as vitaminas A, D e K são alguns dos micronutrientes medidos em microgramas.
  1. Nanograma (ng): também conhecido como milimicrograma, o nanograma é o menor entre todos estes, pois é equivalente à bilionésima parte do grama! Assim, corresponde a 1 grama dividido por um bilhão. Dentre outras utilidades, a medida de nanogramas é usada para exames toxicológicos e níveis de testosterona no sangue, por exemplo.

Como converter nanograma, micrograma e miligrama?

Agora que já sabemos a diferença entre essas unidades, vamos entender como se dá a conversão entre elas. A tabela abaixo demonstra os caminhos possíveis entre essas medidas, e o cálculo a ser executado para realizar cada conversão.

 

mg

µg

multiplique por 1.000

µg

ng

multiplique por 1.000

mg

ng

multiplique por 1.000.000

ng

µg

divida por 1.000

µg

mg

divida por 1.000

ng

mg

divida por 1.000.000

 

Em suma, deve-se multiplicar por mil quando as conversões ocorrem à direita (mg → ug → ng), e dividir por mil quando as conversões ocorrem à esquerda (mg ← ug ← ng).

Qual é a aplicabilidade destas medidas na nutrição?

O conhecimento de unidades de medidas por parte do profissional nutricionista é imprescindível para a sua atuação.

Dentre a aplicabilidade deste conhecimento, pode-se citar como exemplo: saber ler e interpretar recomendações nutricionais, bem como executar cálculos dietéticos; entender e comparar tabelas nutricionais; interpretação de exames laboratoriais; prescrição de suplementos; formulação de produtos alimentícios na área industrial; e atuação na área de pesquisa e ciência dos alimentos.

Assim, apesar deste saber ser básico, é muito importante para a prática profissional.

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