A terapia nutricional enteral é uma ferramenta vital para a recuperação de pacientes hospitalizados, mas sua eficácia depende diretamente de um fator muitas vezes subestimado: o estado de hidratação em nutrição enteral.
A manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico não apenas melhora a resposta clínica, mas é crucial para evitar complicações severas, como a desidratação e a sobrecarga hídrica.
No entanto, como garantir que o volume prescrito realmente atenda às necessidades do paciente, considerando as variáveis de cada fórmula e condição clínica? Descubra a seguir!
Fonte: Canva
Para responder a essas perguntas e apoiar a rotina hospitalar, o Nutritotal PRO se juntou à Cardinal Health para desenvolver materiais de apoio ao nutricionista – uma vídeo aula exclusiva da nutricionista Camila Prim, o Ebook “Protocolo de Hidratação em Nutrição Enteral” e um infográfico com as “10 Etapas para o Manejo da Hidratação”.
O desafio da água livre
Um dos pontos mais críticos da hidratação em Nutrição Enteral é o entendimento da “água livre”. Ao planejar o volume hídrico total, é fundamental considerar a água que já está presente na fórmula enteral.
Você sabia que fórmulas com maior densidade calórica (como 1.5 ou 2.0 kcal/mL) possuem um teor menor de água livre? O nosso Ebook traz tabelas de referência prática para auxiliar nesse cálculo, garantindo que a reposição hídrica complementar (via sonda ou parenteral) seja precisa e segura.
Padronização e segurança multiprofissional
O manejo hídrico não é tarefa de um único profissional. Ele exige uma integração fluida entre nutrição, equipe médica, enfermagem e farmácia. Pensando nisso, o material inclui um fluxo operacional sugerido e define claramente as responsabilidades de cada membro da equipe para garantir a execução correta da prescrição.
A seguir, confira a vídeo-aula da nutricionista Camila Prim, mestre em Ciências da Saúde (PUC-PR) e Especialista em Nutrição Enteral e Parenteral pela BRASPEN.
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