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Consumir salsinha é bom para quê? Saiba os mitos e verdades sobre o tempero

Ramo de salsinha sobre tábua de madeira

Na cozinha de quem adora preparar as refeições sempre há aquele tempero que não pode faltar. Para dar mais sabor a pratos como arroz, massas, carnes e ensopados, um dos mais procurados em feiras e hortifrutis é a salsa. Mas além do famoso toque verde, essa planta, também chamada de perrexil, é rica em nutrientes. A seguir, conheça alguns deles e descubra: afinal, incluir nos preparos a famosa salsinha é bom para quê?

Salsinha é bom para quê?

Veja 4 mitos e verdades sobre essa planta versátil a seguir.

A salsinha pode compor temperos e chás | Imagem: Shutterstock

A salsa tem efeito diurético

Parcialmente verdade. Um artigo de revisão publicado no International Journal of Physiology, Nutrition and Physical Education (IJPNPE) sugere que a salsa tem propriedades diuréticas que podem ajudar no alívio do inchaço, de edemas ou da manutenção de água no corpo, graças à presença do potássio entre seus componentes. Mas o artigo ressalta também que, em excesso, o consumo do óleo de salsa pode causar danos nos rins, e por isso, é preciso consumir a salsinha moderadamente. Além disso, se você tem pedras nos rins provenientes de oxalato de cálcio, sugere-se maneirar na quantidade de salsa na alimentação.

A planta é rica em vitamina C

Verdade. De acordo com dados da Tabela Brasileira de Alimentos (TACO), em 100 g de salsinha pode se encontrar até 51,7 mg de vitamina C. Ela também chama a atenção pela quantidade de cálcio: 179 mg na mesma quantidade de porção.

Salsinha em excesso pode afinar o sangue

Mito. A salsinha é rica em vitamina K, e essa vitamina participa do processo de coagulação sanguínea. Logo, a planta não afina o sangue, pelo contrário, pessoas que usam medicamento antiagregante plaquetário, por exemplo, deveriam evitar o consumo excessivo de vitamina K.

Grávidas não possuem risco de saúde ao consumirem a salsinha

Mito. O artigo de revisão do IJPNPE também sugere que para mulheres grávidas, o consumo de uma quantidade excessiva de óleo de salsa pode resultar em contrações uterinas e até mesmo em aborto espontâneo. Por isso, as gestantes devem consultar um médico ou nutricionista para orientar sobre o consumo de suplementos ou fitoterápicos que contenham o óleo de salsa. Já quantidades pequenas da planta na alimentação não interferem na gravidez.

 

Este conteúdo não substitui a orientação de um especialista. Agende uma consulta com o nutricionista de sua confiança.

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