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Inteligência artificial descobre por que comer nozes faz bem ao coração

Postado em 27 de março de 2021 | Autor: Redação Nutritotal

Oleaginosas podem ajudar a evitar doenças metabólicas

Há quem prefira consumi-las em pratos salgados, como saladas, molhos e tortas. Outros as priorizam nas sobremesas, como em bolos, camafeus e sorvetes. Estamos falando das nozes, uma oleaginosa com casca rígida, mas com sabor delicioso! No aspecto nutricional, o alimento também não deixa nada a desejar: a ciência cada vez mais revela os benefícios das nozes, que são diversos.

Nozes em bowl com descascador ao lado

Imagem: Freepik

Aqui no Nutritotal Para Todos, você já conheceu algumas dessas vantagens, como o fato de combaterem o risco de obesidade, serem fontes de ácidos graxos e gorduras boas na alimentação e até mesmo serem ricas em proteínas.

Como se não bastasse essa série de efeitos benéficos à saúde, agora os cientistas avaliam a relação entre o consumo de nozes e a diminuição do risco de doenças metabólicas. Utilizando um método avançado de inteligência artificial, um estudo publicado pelo The Journal of Nutrition avaliou quase 2 mil participantes para entender se a oleaginosa poderia surtir efeito protetor contra esses males que podem comprometer o funcionamento geral do organismo.

E olha só que interessante: por meio de um coeficiente matemático, os pesquisadores conseguiram identificar 19 fatores em comum entre os participantes associados ao consumo de nozes. Como conclusão, eles identificaram um menor risco de incidência de diabetes tipos 2 e de doenças cardiovasculares em quem consumia o alimento na dieta.

Aproveite os benefícios das nozes

Embora ainda faltem mais estudos para entender a relação entre as nozes e a prevenção de doenças metabólicas, motivos não faltam para usar o alimento em receitas saudáveis para o dia a dia. Algumas sugestões incluem um prático queijo vegano ou um delicioso brownie fit. Aproveite!

 

Este conteúdo não substitui a orientação de um especialista. Agende uma consulta com o nutricionista de sua confiança.

Referência bibliográfica:

Marta G. et al. Walnut Consumption, Plasma Metabolomics, and Risk of Type 2 Diabetes and Cardiovascular Disease. The Journal of Nutrition, February 2021.

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