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Como avaliar e regular a microbiota intestinal

Postado em 11 de novembro de 2021

Banner da cobertura CBMI 2021 sobre "Como avaliar e regular a microbiota intestinal", com uma mulher usando jaleco branco sentada na cadeira

O assunto microbiota intestinal está em alta e quando se refere ao paciente crítico, sabe-se que as alterações são muitas e que impactam o desfecho clínico dos pacientes.

Este foi o assunto de uma das sessões do XXVI Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva e a nutricionista Priscilla Barreto nos apresenta os principais tópicos dessa discussão.

Uma microbiota saudável está associada a melhores desfechos clínicos. Quando há desequilíbrio da microbiota, quadro de disbiose, observamos uma alteração em quantidade e diversidade entre bactérias benéficas e patogênicas. Este quadro pode ser provocado pelo uso de antibióticos e outros medicamentos, tempo de jejum e alimentação.

Diarreia e constipação são alterações importantes do funcionamento intestinal do paciente crítico. No caso da diarreia é inadequado associar a causa sempre a alimentação, uma vez que sua origem é multifatorial.

A constipação, embora pouco falada, é mais frequente que a diarreia e gera maior intolerância a dieta.

Para regular a microbiota, é importante investigar a fonte da disbiose, conferir a prescrição de medicamentos e usar a terapia nutricional a favor da microbiota, considerando uso de fibras solúveis e insolúveis, pré e probióticos.

Nas diretrizes, falta consenso sobre o uso de pré e probióticos em UTI e faltam estudos sobre recomendações de doses, duração do tratamento e cepas que podem ser utilizadas, porém alguns pacientes podem se beneficiar dessa terapêutica.

Assista ao vídeo e veja detalhes sobre as recomendações.

 

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