Qual é o critério para classificar uma dieta enteral como normoproteica ou hiperproteica?

Postado em 23 de outubro de 2018 | Autor: Natália Lopes

Em 2015, o Ministério da Saúde, através daAgencia Nacional de Vigilância Sanitária, atualizou a regulamentação das dietasenterais através da RDC nº21 e RDC nº22, publicadas em 15 de maio do mesmo ano.

Na RDC nº21 podemos encontrar todas asespecificações com relação a composição das dietas, incluindo ingredientespossíveis de serem utilizados e a classificação quanto a sua densidadeenergética e conteúdo de macronutrientes.

Com relação à quantidade de proteína, asdietas podem ser classificadas em hipoproteicas, normoproteicas ehiperproteicas, seguindo os seguintes critérios:

Fórmula hipoprotéica

Quantidade de proteínas inferior a 10% do valor energético total

Fórmula normoprotéica

Quantidade de proteínas maior ou igual a 10% e menor que 20% do valor energético total

Fórmula hiperprotéica

Quantidade de proteínas igual ou superior a 20% do valor energético total

Ainda, a forma deapresentação desse macronutrinte pode dividir as dietas em:

Fórmula intacta ou fórmula polimérica

Somente com proteínas na forma intacta

Fórmula de aminoácidos livres, fórmula elementar ou fórmula monomérica

Somente com aminoácidos livres

Fórmula hidrolisada ou fórmula oligomérica

Quantidade de proteínas hidrolisadas na forma de peptídeos (cadeias de 2 a 50 aminoácidos) superior a 50% do teor de proteína no produto, não podem conter proteínas na forma intacta

 

Referências

BRASIL. ANVISA. Agência Nacional de
Vigilância Sanitária. Resolução RDC Nº21, de 13 de maio de 2015.

BRASIL. ANVISA. Agência Nacional de
Vigilância Sanitária. Resolução RDC Nº22, de 13 de maio de 2015.

 

Leia também